Dossier: Figuras públicas portuguesas na cama Os portugueses são um povo bem informado. Graças à comunicação social que temos, sabemos tudo ou quase tudo sobre as nossas figuras públicas. Mas, neste país de brandos costumes, ainda se vai dando alguma reserva à vida sexual das nossas celebridades, sejam elas da política, da televisão, da música, do desporto etc. A não ser quando são presos mas isso é outra história. Porque isto dos brandos costumes já começa a cheirar mal, a Inépcia contactou Veronica Franco, uma famosa call-girl de luxo de Beverly Hills, mostrámos-lhe fotografias de algumas celebridades portuguesas sem explicar quem eram e pedimos que usasse a sua experiência profissional para traçar um perfil sexual de cada uma. Os resultados foram no mínimo surpreendentes. Nalguns casos as coincidências chegam a ser assustadoras. Nesta lista, foram incluídas celebridades homossexuais. A nossa gentil colaboradora desconhecia esse facto mas alertamos para o facto de, invertendo o sexo dos intervenientes, o comentário continuar a bater certo.
Este é do tipo de de ter “pedidos especiais.” Ia querer que a acompanhante usasse ligas e meias pretas (de nenhuma outra cor) e sapatos de salto muito alto. Seria amável mas depois dos pedidos especiais, não deixaria gorjeta. No entanto, seria um bom cliente habitual desde que a rapariga fosse limpa e discreta. Teria a necessidade de se sentir seguro. Poderia até aconselhar a rapariga a amigos casados e ser um cliente muito lucrativo.
Cliente do tipo “entra e sai.” Gostaria de começar com um abraço em pelota seguido de um broche rápido e talvez uma queca de dois minutos. Não ficaria a noite inteira por que se sentiria culpado logo a seguir ao orgasmo e com a paranóia de que alguém o tivesse visto entrar na casa de uma call-girl.
Pertence à variedade “Jantar Romântico de Várias Horas.” Precisa de estímulo social e de sentir que está com uma namorada a sério em vez de alguém a quem está a pagar. Gosta de boa comida e vinho fino. O sexo é só a sobremesa.
Este é dos que gosta de regatear. Tenta pagar o menos possível, pedindo o desconto de “Cliente Habitual” antes do primeiro encontro. Testaria os limites da rapariga, pedindo-lhe coisas que não estivesse confortável para fazer como broches sem camisa, beijos com língua e insistiria em ir-lhe lá abaixo. Quer fazer render o dinheiro ao máximo.
Quer que a acompanhante finja estar a dormir enquanto ele a “seduz e molesta.” Gostaria que fingisse ser a sua sobrinha preferida ou a rapariga da casa ao lado.
Gosta de ser humilhado na cama. Chicotes e correntes teriam de fazer parte do arsenal da acompanhante/dominatrix que lhe satisfizesse as fantasias.
Gosta de se vestir como professora cruel ou madre superiora que aplica castigos corporais à sua aluna preferida. Exigiria que a acompanhante se vestisse de rapariguinha de escola com uma saia xadrez curta e blusa branca, com meias brancas pelo tornozelo e sapatos de cabedal preto. Pediria à “aluna” para levantar a saia e puxar-lhe-ia as cuecas para baixo para a espancar com uma palmatória até ficar com o traseiro vermelho como um tomate.
Broche rápido à secretária no escritório enquanto fala ao telefone porque é um homem muito ocupado e não se pode dar ao luxo de passar tempo de qualidade com uma senhora.
Gosta de ménage-a-trois com jovenzinhas casadoiras de vinte anos. Não gosta de pressas e gosta de mostrar quem manda.
Gosta de orgias com 5 a 6 raparigas e música, comida, champanhe e filmes pornográficos. Adora brinquedos e ver acção entre raparigas enquanto vai mergulhando o biscoito em cada uma durante toda a noite. Estamos a falar de um encontro de 4 horas. |