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| E-zine satírico sem corantes nem conservantes | |||
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A falar é
que a gente se entende
Campeonato mundial da língua portuguesa
Nota: Parece que há por aí um tal “Campeonato Nacional da Língua Portuguesa” alheio a esta iniciativa da Inépcia. A língua portuguesa é falada nos quatro cantos do globo (pronto, em dois e meio) e, por isso, merece algo mais abrangente do que um simples campeonato nacional. Os dois testes contêm perguntas divididas por escalão etário. Trata-se de uma coincidência. Instruções: Subir para cima de uma cadeira e erguer os dois braços ao alto (um braço para os amputados ou o nariz para os amputados duplos). Baixar os braços (ou o nariz), piscar os olhos vinte e cinco vezes seguidas, imitar o cantar do galo e trautear a melodia do “Sol de Inverno” de Simone de Oliveira, substituindo a letra pela repetição musicada da palavra “pincel.” Descer da cadeira e fazer o teste. Repetir o procedimento se necessário. Enviar as respostas para inepcia@inepcia.com juntamente com nome, idade, localidade de residência, grupo sanguíneo e Beatle preferido.
1 - Tá-se? A
– Tasse, tasse.
“Juão saío pêla pórta cuando Jassinta esperáva há sômbra frondoza porporcionada pêlos ulmeiros.”
A
– Bárbara Guimarães.
A
– Um pequeno balde de cor azul.
A
– Palanco.
A
– Estêvão cuspiu para o chão porque não
havia uma escarradeira à vista.
A
– Hij staat achter de struik.
A
– Uma parrólia de gnus.
A
– Para todos os efeitos.
A
– ديانØ
A
– Um bosteiro.
A
– Nós andava-mos todos à chuva.
A
– Ceroulas azuis e um escafandro polido.
A
– Mal cheirará V. Exa.
A
- … depois entranha-se.
A
– Mas que grande par de mamas!
A
– Uma metáfora.
1.Eis
os discursos que pronunciou Moisés a todo o Israel do outro lado
do Jordão, no deserto, na planície que se estende defronte
de Suf, entre Farã, Tofel, Labã, Haserot e Di-Zaab. 2.Desde
Horeb até Cades-Barne há uma distância de onze jornadas
de marcha pelo caminho da montanha de Seir. 3.No quadragésimo
ano, no primeiro dia do décimo primeiro mês, diante dos
israelitas, Moisés pronunciou todos os discursos que o Senhor
lhe tinha ordenado pronunciar, 4.depois de ter derrotado Seon, rei dos
amorreus que habitava em Hesebon, e Og, rei de Basã, que habitava
em Astarot e Edrai. 5.Do outro lado do Jordão, na terra de Moab,
Moisés começou a expor a lei, dizendo: 6.O Senhor, nosso
Deus, falou-nos nestes termos em Horeb: tendes-vos demorado muito tempo
neste monte. 7.Voltai e parti. Tomai o caminho do monte dos amorreus
e das regiões vizinhas; ide às planícies, às
montanhas, aos vales, ao Negeb, às costas do mar, à terra
dos cananeus, ao Líbano e até o grande rio Eufrates. 8.Eis
que eu vos entrego esta terra. Ide e possuí a terra que jurei
dar a vossos pais Abraão, Isaac e Jacó, a eles e à
sua posteridade. 9.Eu disse-vos nessa mesma época: eu sosinho
não posso tomar conta de vós. 10.O Senhor, vosso Deus,
vos multiplicou de tal modo que sois hoje tão numerosos como
as estrelas do céu. 11.Que o Senhor, o Deus de vossos pais, vos
multiplique mil vezes mais e vos abençoe como prometeu. 12.Como
poderia eu sozinho encarregar-me de vós e levar o fardo de vossas
contendas? 13.Escolhei, de cada uma de vossas tribos, homens sábios,
prudentes e experimentados, que eu ponha à vossa frente. 14.Vós
então me respondesses: é uma boa coisa o que nos propões.
15.Tome, pois, dentre vós, homens sábios e experimentados
que pus à vossa frente como chefes de milhares de centenas, de
cinqüentenas e de dezenas e como escribas em vossas tribos. 16.Nesse
mesmo tempo dei esta ordem aos vossos juízes: dai audiência
aos vossos irmãos e julgai com eqüidade as questões
de cada um deles com o seu irmão ou com o estrangeiro que móra
com ele. 17.Não fareis distinção de pessoas em
vossos julgamentos. Ouvireis o pequeno como o grande, sem temor de ninguém,
porque o juízo é de Deus. Se uma questão vos parecer
muito complicada, trá-la-eis diante de mim para que eu a ouça.
18.É assim que, naquele tempo, vos ordenei tudo o que devíeis
fazer. 19.Depois partimos de Horeb para atravessar esse vasto e terrível
deserto que vistes, do monte dos amorreus, como nos havia ordenado o
Senhor, nosso Deus. E chegamos a Cades-Barne. 20.Eu disse-vos então:
Eis-vos chegados ao monte dos amorreus que o Senhor, nosso Deus, nos
dá. 21.Vê: o Senhor, teu Deus, entrega-te a terra. Subi
e possuí-a, como o prometeu o Deus de teus pais. Não tenhas
medo; não te assustes. 22.Vós vos aproximasses de mim
e dissesses: enviemos homens adiante de nós, que explorem a terra
e nos ensinem por que caminho devemos subir, e para que cidades devemos
ir. 23.Vosso parecer agradou-me, e escolhi dentre vós doze homens,
um de cada tribo. 24.Eles partiram, subiram as montanhas e chegaram
ao vale de Escol, explorando a terra. 25.Tomaram consigo frutos da terra
e nolos trouxeram dizendo: a terra que nos dá o Senhor, nosso
Deus, é boa. 26.Mas não quisesses subir a ela, e fostes
rebeldes ao mandamento do Senhor, nosso Deus. 27.E murmurasses em vossas
tendas, dizendo: o Senhor tem-nos ódio, e por isso nos tirou
da terra do Egito para entregar-nos ao extermínio pelas mãos
dos amorreus. 28.Para onde iremos? Nossos irmãos fizeram-nos
perder a coragem quando nos disseram ter visto um povo maior e de estatura
mais alta que a nossa, e cidades grandes e fortificadas, cujos muros
se elevavam até o céu, e até mesmo filhos de Enacim.
29.Eu vos respondi: não vos assusteis; não tenhais medo
deles. 30.o Senhor, vosso Deus, que marcha diante de vós, combaterá
ele mesmo em vosso lugar, como sempre o fez sob os vossos olhos, no
Egito 31.e no deserto. No deserto, tu mesmo viste como o Senhor, teu
Deus, te levou por todo caminho por onde andaste, como um homem costuma
levar seu filho, até que chegásseis a esse lugar. 32.E
apesar disso não tivesses confiança no Senhor, vosso Deus,
33.o qual, procurando-vos um lugar onde acampar, marchava adiante de
vós no caminho, de noite no fogo, para vos mostrar o caminho,
e de dia na nuvem. 34.O Senhor, tendo ouvido o som de vossas palavras,
encolerizou-se e fez este juramento: 35.nenhum dos homens desta geração
perversa verá a boa terra que eu, com juramento, prometi dar
a vossos pais, 36.exceto Caleb, filho de Jefoné. Este vê-la-á,
e eu darei a ele e a seus filhos o solo que ele pisou, porque cumpriu
a vontade do Senhor. 37.Até contra mim se irritou o Senhor por
causa de vós: tu tampouco, disse-me ele, entrarás nessa
terra! 38.É Josué, filho de Nun, que ali entrará.
Anima-o, pois é ele que introduzirá Israel na posseção
da terra. 39.Vossos filhinhos, dos quais dissesses que seriam a presa
do deserto, e vossos filhos, que hoje ainda não sabem distinguir
o bem do mal, estes entrarão; a eles darei a terra e a possuirão.
40.Quanto a vós, voltai para trás e parti para o deserto
na direção do mar Vermelho. 41.Vós respondestes-me:
pecamos contra o Senhor. Vamos combater, como o Senhor, nosso Deus,
nos ordenou. E quando cada um de vós, tomando as suas armas,
vos dispusesses inconsideradamente a marchar sobre o monte, 42.o Senhor
disse-me: dize-lhes: não subais, não entreis em combate
algum, porque não estou no meio de vós. Se o fizerdes,
sereis vencidos por vossos inimigos. 43.Em vão vos referi todas
essas palavras: não me ouvisses e tivesses a presunção
de subir o monte, a despeito das ordens do Senhor. 44.Então os
amorreus que habitavam nessa montanha saíram contra vós,
perseguiram-vos como abelhas e retalharam-vos desde Seir até
Horma. 45.Voltando, chorasses diante do Senhor, mas o Senhor não
ouviu os vossos clamores, nem vos inclinou os seus ouvidos. 46.Por isso
é que ficastes tanto tempo em Cades, como o sabeis. |
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