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| E-zine satírico sem corantes nem conservantes | |||
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China pode expulsar broncos madeirenses do seu território
As autoridades de Pequim foram avisadas do incidente pelo embaixador chinês em Lisboa e, depois de findo o prazo dado ao homem que governa a Madeira desde a década de 70 para apresentar um pedido de desculpas formal à China e à comunidade chinesa a residir em Portugal, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, afirmou que “a República Popular da China tomará as medidas que entender necessárias.” Essas medidas poderão incluir a extradição gradual dos cerca de 235 elementos que constituem a comunidade bronca madeirenses do “Império do Meio.” Os broncos madeirenses são uma subespécie humana identificada por antropólogos holandeses no século XIX, originária da ilha da Madeira e onde tem subsistido numa relação simbiótica com a população humana. O número de broncos madeirenses a residir na ilha é relativamente escasso e com a particularidade de a maior parte ocupar cargos públicos, devido às tradicionais relações de compadrio existentes entre os vários indivíduos. No entanto, graças a um processo de migração iniciado em meados do século passado, têm-se formado comunidades de broncos madeirenses um pouco por todo o mundo onde subsistem com recurso a esquemas de vária índole e se divertem a organizar corsos carnavalescos que lhes permitam desfilar de cuecas, a sua actividade lúdica predilecta, juntamente com as ameaças de uma secessão que, graças aos seus esforços, consegue por vezes parecer apetecível para os portugueses continentais e que só não o é mais por reconhecimento de que a maioria dos habitantes da Madeira continua a ser humana. Numa notícia
relacionada, a Inépcia sabe que se está a preparar uma
migração massiva de imigrantes do Paquistão, do
Bangladesh e do Sri Lanka para a ilha da Madeira, entusiasmados pelas
afirmações de Alberto João Jardim de que apenas
os indianos não são bem-vindos. |
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