Cão de Pedro Lynce matriculado em curso de Direito
Fontes
próximas de Pedro Lynce relatam que o ministro e o seu cão
são “unha com carne” mas garantem que não há
motivo para desconfianças já que tudo foi feito ao abrigo
da lei e, mesmo que não tenha sido, agora já não
há nada a fazer. A decisão de apoiar a paixão de Pilinhas pelo Direito foi tomada em família. O ex-ministro recorda esse momento com carinho inegável. “Estávamos ali todos na sala de estar e pusemos o Pilinhas no chão em frente a duas tigelas com comida de cão. Numa tigela, a que tinha fígado de aves, pusemos uma etiqueta a dizer Direito e, na outra, com peixe e vegetais, pusemos uma etiqueta que dizia Engenharia Informática. Ele foi logo a correr para a tigela do Direito sem pensar duas vezes. É um animal muito decidido,” afirma. Lynce assegura que não abusou das suas funções para favorecer o ingresso do seu cão no ensino superior da mesma forma que não favoreceu a filha do ministro dos Negócios Estrangeiros até porque, neste caso, o cão cumpria todos os requisitos legais e académicos para ter direito à vaga e o ministro limitou-se a assegurar ao reitor da Universidade de Lisboa que não há legislação que restrinja a frequência do ensino superior público à espécie humana. Pilinhas não se mostra afectado pela divulgação desta notícia e prometeu aplicar-se nos estudos com dois latidos seguidos de levantamento da pata direita. A frequência de um curso de Relações Públicas pela catatua de Bagão Félix continua por confirmar. |