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Sondagem revela que governo PSD-CDS já é menos popular do que algumas doenças
Foi-lhes perguntado se preferiam viver num país governado pelo actual executivo ou contraírem uma de uma lista de várias doenças. Enquanto que o Governo se saiu relativamente bem na comparação com doenças como a SIDA ou os vários tipos de cancro (apenas 30% dos inquiridos prefeririam contrair SIDA ou cancro a ser governados por Pedro Santana Lopes e Paulo Portas), a comparação com doenças de menor gravidade e com tratamentos mais eficazes não foi tão favorável. 58% dos inquiridos preferia sofrer de uma forma ligeira e facilmente curável de tuberculose se isso significasse uma mudança de Governo. Resultados semelhantes tiveram o tifo (61%), a cólera (67%), a gripe (97%), o sarampo (88%) e a desinteria (70%). De registar ainda que 87% dos inquiridos trocaria o Governo por uma crise aguda de diarreia, 53% dos quais prefeririam mesmo ser governados por um amontoado de massa fecal resultante de uma crise aguda de diarreia, considerando que as diferenças no estilo de governação seriam pouco significativas ou mesmo nulas. Curiosamente, as doenças da pele não conseguiram grandes resultados na comparação com o Governo PSD-CDS talvez por se tratar de doenças difíceis de disfarçar e que acarretam consigo um certo estigma social. Nomeadamente, apenas 28% dos inquiridos se sujeitaria a sofrer de psoríase ou impetigo, percentagem que atinge os 70% mas apenas na condição de, para além da queda do Governo, o ministro Paulo Portas ser despido e pendurado sobre a Rua de Santa Catarina no Porto como uma espécie de menino Jesus avant-guarde. O ministro da Presidência e director-geral da Associação de Amizade Portugal-Colômbia, Nuno Morais Sarmento, comentou que “o Governo vai cumprir até ao fim o compromisso que assumiu com os portugueses,” acrescentando que “existem vários motivos que tornam o Governo da coligação melhor do que as doenças incluídas na sondagem” e que esses motivos serão divulgados logo que esteja concluído o estudo encomendado a um grupo de sociólogas suecas em topless que têm trabalhado afincadamente no gabinete do primeiro-ministro noite e dia. |