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Metro de Lisboa anuncia linchamento de borlistas como medida antiterrorista
“Poderá parecer uma medida severa mas é preciso ter mão firme com os terroristas,” explica Miguel Subterrâneo de Almeida, director de segurança do Metro, “É óbvio que nem todos os borlistas serão bombistas fanáticos mas mais vale prevenir do que remediar. E, de qualquer forma, quem tem estômago para andar de metro sem comprar bilhete também será perfeitamente capaz de usar um engenho explosivo artesanal para acabar com a vida de dezenas de pessoas inocentes e provocar danos materiais consideráveis.” Para além de desencorajar potenciais atentados, a medida terá ainda o efeito secundário sempre agradável de diminuir o número de borlistas que todos os dias se aproveitam da boa vontade do Metropolitano. Há algum tempo atrás, a instalação em todas as estações de portões que só abrem mediante apresentação de título de transporte válido foi também uma tentativa de acabar com as borlas mas o encerramento do túnel ferroviário do Rossio e o aumento da afluência de passageiros a algumas estações da rede do metro levou a que esses portões passassem a estar abertos para não congestionar a circulação. Assim, todos os passageiros que forem apanhados sem bilhete serão arrastados para fora da estação, atados a um poste, cobertos de gasolina e incinerados sem dó nem piedade. Inicialmente, pensou-se em fazer o mesmo dentro da estação onde o meliante fosse capturado mas, como é sabido, é proibido fumar no metro e essa proibição estende-se ao fumo provocado pela incineração de seres humanos. |
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