Número de terroristas que conhece Portugal aumenta graças ao Instituto Camões
Maria José Stock, directora do instituto, lembra o trabalho desenvolvido em prol da nossa língua e culturas que deu resultados práticos tão válidos como, por exemplo, fazer com que o português seja usado por um número considerável de pessoas no seu dia-a-dia em países tão remotos como Moçambique ou São Tomé e Príncipe. “Tomámos conhecimento dessa convicção mais ou menos generalizada de que os terroristas não conhecem Portugal e, como é nossa obrigação, demos o nosso melhor para inverter a situação,” explica, acrescentando que “hoje em dia, o número de terroristas que consegue indicar Portugal no mapa e que, para além disso, sabe alguma coisa sobre a cultura portuguesa e consegue indicar os nomes dos principais terminais de transportes públicos de Lisboa e Porto triplicou. Os portugueses podem agradecer esta inversão da situação anterior aos esforços do Instituto Camões.” Este resultado positivo foi conseguido através de uma política à escala global que envolveu acções de divulgação nas regiões de maior concentração de terroristas e com especial incidência nas mesquitas, para os terroristas islâmicos, e nas lojas dos correios, para os cada vez mais numerosos terroristas filatélicos que têm chocado o mundo ocidental com a violência dos seus atentados. Não se poupando a esforços, o Instituto recorreu a figuras mediáticas portuguesas com projecção internacional para ajudar a dar a conhecer o país, existindo um cuidado especial em escolher as personalidades mais adequadas para chamar a atenção de terroristas como, por exemplo, a cantora Dulce Pontes, a actriz Lúcia Moniz ou Fernando Pereira, entertainer e imitador de vozes com uma carreira internacional de sucesso durante as três horas que passou a tentar entrar no palco de um dos mais populares casinos de Las Vegas, sendo que qualquer uma destas personalidades é passível de despertar instintos de bombista suicida no mais pacato dos cidadãos. Um dos casos de maior sucesso foi a acção de divulgação de Portugal junto das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, grupo de inspiração comunista activo desde a década de 60, e cujos operacionais têm fundado grupos de leitura das obras de autores portugueses e cursos de formação em renda de bilros e filigrana espalhados por toda a selva amazónica. |